A execução na floresta

Saímos de Aranis Don em busca de Excalibur, que poderia demonstrar a legitimidade de Darius Lightbringer perante Kanon. Em Wildermore, fiquei de vigia no barco enquanto o grupo explorava a cidade.

À noite, vi Darius caminhar para a floresta e o segui. Encontrei-o ajoelhado e indefeso diante de um grande crânio antigo. Uma figura encapuzada o aguardava: um Wechselkind, da minha própria raça, que me chamou de irmão.

O assassino demonstrou alegria com minha chegada e falou que finalmente poderiam cobrar a recompensa pelos Lightbringer. Em seguida, decapitou Darius. A fala sugere uma caçada contratada, mas não revela quem a encomendou.

Ao tirar o capuz, mostrou um rosto borrado, sem feições distinguíveis. Colocou uma máscara em mim e senti uma força invadir minha mente. Resisti com a ajuda do pingente de antimagia recebido de Sir Richard Karlsteel. Ele me disse que deveria abandonar o colar caso quisesse me juntar a ele e aos Mascarados.

Antes de partir, carregava uma esfera vermelha contendo a alma de Darius. O objeto me pareceu igual às esferas encontradas nos esgotos de Aranis Baixa. Essa semelhança é uma pista, não uma identificação do responsável pelos pesadelos.

Enterro e outra herdeira

Durante o enterro, recordei que Kanon havia dito que Darius não era o último da linhagem: existia uma irmã perdida. Não sabemos onde encontrá-la.

Raddz me avisou que uma elfa observava o grupo entre as árvores. Ataquei. O golpe pareceu atingir, mas ela se tornou invisível, reapareceu ilesa em outro ponto e desapareceu. Não identificamos quem era.

Mineiros e mordidas

Na União dos Mineiros, Khalem Vhor conversou com Trick, svirfneblin que carregava uma picareta gravada com runas anãs. Ela demonstrou antipatia pelos feéricos e disse que Khalem cheirava a eles.

Trick contou ter visto um lobisomem sair das minas um dia antes do início dos ataques. Os moradores não acreditaram nela. Deduzimos que poderia ser um progenitor formando uma matilha para a lua cheia, prevista para três dias depois daquela investigação.

No quartel, encontramos pessoas com mordidas de aspecto humano. A lanterna de Raddz revelou uma presença invisível sobre a cidade. Suspeitamos que fosse o progenitor circulando sem ser visto; sua identidade e o modo de disseminação ainda não estavam demonstrados. A defesa local parecia insuficiente para enfrentar a ameaça.

A Andarilha no Pub

Os moradores falavam de A Andarilha, que percorre a cidade durante o dia e dorme em O Pub, sua maior taverna. Ao nos ouvir falar da morte de Darius, ela chorou.

Disse a Khalem que recebera da luz a missão de avisar alguém “investido pela luz” sobre um perigo mortal. Identificou Darius como essa pessoa e saiu transtornada, acreditando ter falhado. Interpretamos sua função como a de um oráculo, mas sua natureza permanece desconhecida.

As minas e o observatório

Fomos atacados nas minas por lobisomens, muitos deles mineiros transformados. Alguns fugiram. Havia uma passagem aberta por um desabamento que não fora comunicado à representante dos mineiros. A disseminação parecia discreta demais para uma simples disputa de território; comecei a duvidar de nossa primeira teoria sobre o alfa.

Quando falei à A Andarilha de outra herdeira Lightbringer, ela não demonstrou surpresa. Não sabia como interpretar sua reação.

Subimos ao observatório e rompemos a barreira mágica com a picareta de Trick. Enfrentamos dois elementais de pedra e um golem formado pela energia acumulada nas rochas. Encontramos duas armaduras encantadas de mirmidão da terra.

A porta estava aberta. A biblioteca da Guilda da Astromancia guardava livros e pergaminhos sobre astros e clima, inclusive registros anteriores a Galea. O pó sugeria pouco uso, mas rastros recentes levavam ao subsolo. Pensei no interesse de Liz por aquele acervo. Lyra contou que um humano se instalara ali cerca de seis meses antes. Seguimos sinais de magia recente até sua oficina.

Lander e a cura

Lander Var Mordulis trabalhava entre instrumentos, desenhos anatômicos e misturas alquímicas. Uma estrutura de imobilização estava manchada de sangue. Parecia exausto. Pediu-me uma asa de borboleta azul; enquanto entregava os ingredientes, conversei com ele e examinei suas anotações.

Queria produzir guerreiros licantropos artificialmente. Segundo ele, o Originário já era lobisomem ao aceitar ser estudado em troca de benefícios. Escapara cinco ou seis noites antes. Lander negava ter criado sua condição e precisava de seu fígado para produzir uma cura. Avisou que teríamos de cercá-lo para impedir sua fuga.

Apresentava-se como nobre e conhecia Elizabeth. Sua postura parecia a de alguém habituado a tratar os demais como servos. Raddz o atacou; Lander interrompeu o tempo e pediu que o tirássemos dali. Ficou claro que não podíamos enfrentá-lo de qualquer maneira.

Ao sair, encontramos Argavoz, uma pantera da tempestade que os registros que eu conhecia consideravam extinta. Lutamos, Lyra recebeu sua marca e a criatura passou a acompanhar-nos.

O Titereiro

A Bruxa chamou-me de filho do Titereiro. Disse que ele manipulava a morte, ultrapassava os limites dos demais feéricos e era um traidor de seu povo. Segundo ela, suas criações estavam submetidas à sua vontade; eu era o primeiro caso de livre-arbítrio de que tinha notícia.

Conhecia meus irmãos, mas não seu funcionamento nem os Mascarados. Perguntei-me se as máscaras explicavam alguma parte desse controle. Ainda não tenho uma resposta.

O curandeiro e o barco

A casa de Farnagul estava aberta e revirada, e ele desaparecera. Muitas poções estavam destruídas, especialmente as que impediam a manifestação inicial da licantropia. Sem sangue ou luta evidente, suspeitamos de uma captura. Eu recomendara que informasse os líderes locais; soubemos que distribuíra suas poções pela cidade. Uma chave que encontrei abriu o depósito sob a cozinha, com órgãos conservados, ingredientes raros e poções.

O barco também fora atacado. Pelos rastros e relatos da tripulação, quatro lobisomens tentaram alcançá-lo e um fugiu. Vampirata e Vagabundo defenderam a embarcação. O Vagabundo empregara chamas incomuns e parecia ter assumido uma forma maior. Não presenciei a luta; encontrei suas consequências.

A morte do Originário

Lyra rastreou o Originário por seu sangue. Era o ferreiro da cidade. Planejamos cercá-lo no dia seguinte e o derrotamos. Raddz recolheu sua alma, que nos acusou de condenar a cidade: afirmava protegê-la do Príncipe. Azrael nos contou que vira no etéreo uma figura sorrindo e batendo palmas. Não sabemos quem era.

Levando seu corpo a Lander, encontramos Brock, um firbolg que dizia ter pressentido uma desordem. Lander contou que o Originário mencionava o Príncipe da Noite. Brock sugeriu um vampiro. Não conhecíamos registros de sua presença em Galea, o que não significava que não pudesse existir.

A Chuva de Sangue

Pesquisei com Azrael e Brock na biblioteca. Encontramos registros dos Ventos Arcanos, Vento Sepulcral, Sol Sombrio e Chuva de Sangue. A chuva era associada a criaturas atraídas por sangue, mas algumas fontes a descreviam como fertilização do solo. Os registros relacionavam a estabilização do clima aos esforços do Conquistador junto aos feéricos.

Brock propôs reunir um círculo druídico para deter a chuva. Eu e Raddz tínhamos dúvidas; Azrael e Kaelan queriam defender a cidade. Baelid, enviado por Richard, veio ajudar, mas também tinha a missão de matar Lander. Na reunião dos líderes, a Bruxa atribuiu a dificuldade de reunir druidas às mortes causadas pela Armada Escarlate.

Perguntei ao Vampirata sobre o Príncipe. Ele disse que o cheiro do Originário o afastava e que, depois de tanto tempo dormindo, precisaria de muito sangue. Impedir a chuva talvez o deixasse sem nada para saciar a fome. Pedi à tripulação que estivesse pronta para partir se tudo falhasse.

A morte de Lander

Voltamos para buscar a cura. A oficina estava destruída e Lander morto. Raddz não encontrou sua alma. Os ferimentos sugeriam um golpe inicial com arma envenenada e mutilações posteriores. Parecia ter segurado uma ampulheta ao perceber a ameaça. Não sabemos quem o matou.

Restava uma poção de cura junto à mão, mas o corpo do Originário desaparecera. A fórmula poderia ser estudada; não contávamos com tempo para reproduzi-la antes do ritual.

Ri’to no Pub

Estive presente quando Ri’to se apresentou como O Punho Divino. Ele e Baelid treinavam juntos e se conheciam desde a infância, do mesmo monastério. Ri’to disse ter recebido uma visão sobre o perigo na cidade e veio ajudar.

A defesa do círculo

Seis druidas chegaram para ajudar no ritual. Não presenciei o encontro de Brock com a elfa e não conhecemos a identidade dela. A Andarilha prometeu auxílio caso a chuva acontecesse. A defesa do círculo começou. Seu resultado ainda não está registrado.

Registro complementar

Wildermore - registro de campanha preserva cenas acompanhadas fora de uma presença claramente indicada de Raz, detalhes mecânicos e dúvidas de perspectiva.